Empresa reconhecida no mercado pelas soluções em comunicação e marketing de influência, o Comunique-se (www.comunique-se.com.br) prepara a produção completa do Censo dos Jornalistas Brasileiros, panorama da divisão dos empregos pelas redações espalhadas no país. Previsto para março, o estudo mapeia a segmentação de trabalho por meio de comunicação e unidade federativa e traz dados como diferenças de gênero e relação entre profissionais contratados e freelancers.

Segundo levantamento prévio, realizado em 2017, o trabalho autônomo corresponde a 38,5% dos 70 mil jornalistas da base de dados. A questão de gêneros ainda surte efeito discreto na categoria. Dos 43.833 profissionais empregados em veículos de mídia, as mulheres representam apenas 36,8% do mercado de trabalho nas redações. Já os freelancers somam 52,4% do total de 27.124.

Quando dividida por tipo de mídias, as rádios lideram a lista de profissionais em atuação contratados por CLT (32,8%), seguidas por jornais (19,4%), TV (18,1%), sites (16,2%), revistas (8,5%), blogs (3%), agências de notícias (1,5%) e jornais de bairro (0,5%).

Enquanto o estado de São Paulo concentra 30,2% dos postos de trabalho, a somatória de toda a região Norte representa somente 4,8%. A divisão fica da seguinte forma: Sudeste (52%), Sul (19%), Nordeste (15,4%) e Centro-Oeste (9,1%). “Buscamos um estudo completo e aprofundado sobre esses profissionais de importância ímpar na sociedade”, diz o editor de conteúdo do Comunique-se, Anderson Scardoelli.

Para o censo, os veículos foram classificados em oito níveis: rádio, jornal, televisão, internet, revista, blog, agência de notícia e jornal de bairro (somente na cidade de São Paulo). Os números completos e as análises sobre o mercado da imprensa serão revelados na íntegra no Portal Comunique-se no próximo mês.

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