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Corinthians e Cruzeiro se enfrentaram na noite da última quarta-feira, dia 17, pela grande decisão da Copa do Brasil, na Arena Corinthians. Depois de vencer por 1 a 0 em casa, no Mineirão, o time mineiro venceu novamente em Itaquera, dessa vez por 2 a 1, e se sagrou hexacampeão da competição.

Mas o grande protagonista da decisão foi novamente (e infelizmente) a arbitragem. Mesmo com a ajuda do árbitro de vídeo, por dois lances o juiz tomou decisões questionáveis. Primeiro ao marcar um pênalti a favo do Corinthians e depois anulando o segundo gol dos donos da casa. 

Apesar dos dois erros, foram equívocos que se compensaram, e analisando friamente (sem considerar os fatores psicológicos que acarretariam dos lances) os dois erros não influenciaram no resultado da partida.

A questão é que o VAR tem sido muito mal utilizado no Brasil. Árbitros perdidos apoiando seus erros na imagem estão ficando cada vez mais frequentes. O pênalti marcado foi um absurdo e a falta marcada em cima de Dedé que anulou o gol de Pedrinho foi tão absurda quanto. 

Esquecendo um pouco a arbitragem, os gols de Robinho e Arrascaeta deram o título ao Cruzeiro. Jadson marcou o tento corintiano. Com o título, a Raposa se isolou como maior campeã da Copa do Brasil e ainda embolsou R$ 62 milhões, que ajudará o clube a pagar as dívidas feitas no início do ano.

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