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As pesquisas eleitorais influenciam nas urnas? É possível “entrevistar” uma base de dados de milhares de linhas? O que é Machine Learning e como ele pode contribuir pra investigações jornalísticas? Como verificar a fila de atendimento no SUS a partir de dados públicos? Como conseguir evidências ou boas histórias utilizando bases de dados públicas? Que tal usar a linguagem R para analisar políticas governamentais? Essas são algumas das perguntas que o time de especialistas convidados pela Open Knowledge Brasil irá responder na 3ª edição da Conferência Brasileira de Jornalismo de Dados e Métodos Digitais.

O evento, realizado em parceria com o Google News Initiative, é o primeiro do Brasil focado em jornalismo de dados e reúne alguns dos melhores profissionais do mercado para trocar ensinamentos e experiências sobre a área. Ele acontece nos dias 10 e 11 de novembro na ESPM, em São Paulo.

Dentre os nomes confirmados estão Jeremy Merril da ProPublica, premiadíssimo veículo norte-americano de jornalismo investigativo com dados; Alberto Cairo, referência internacional quando o assunto é visualização de informações; Fernanda Viegas, PhD pelo MIT Media Lab e pesquisadora sênior em inteligência artificial no Google; e Neale El-Dash, cientista político fundador do Polling Data.

Serão mais de 60 horas de workshops, apresentações e oficinas práticas para quem tem interesse em jornalismo de dados e humanidades digitais. Os ingressos são limitados e estão à venda com valores de R$ 220 para estudantes e R$ 270 para profissionais que se inscreverem até o dia 31 de outubro. Após essa data os valores passam para R$ 250 e R$ 300, respectivamente.

No dia 11 de novembro, três especialistas vão debater o papel das pesquisas eleitorais nos resultados das urnas este ano. As eleições de 2018, semelhante ao que ocorreu em 2014, foram marcadas por análises que indicavam que as pesquisas “erraram”. Será mesmo? A mesa “Pesquisas Eleitorais: o que elas disseram (e não disseram nessas eleições)” vai contar com a participação de Neale El-Dash, doutor em Estatística, sócio-diretor de Pesquisas da Slee Data e idealizador do Polling Data; Lara Mesquita, cientista política da Cepesp; e Guilherme Jardim, editor de dados do portal de notícias JOTA.

Na mesa “Expandindo as fronteiras do conhecimento: datavis para humanos e máquinas”, Alberto Cairo se junta a Daniel Weisberg, fundador e editor do site online-behavior.com e Fernanda Viegas para mostrar os caminhos mais inovadores que têm sido tomados para lidar com a complexidade e transformar informação em conhecimento mesclando ciência e design.

Além das mesas e dos workshops práticos, o Coda.Br vai ter espaços de networking sobre dados abertos, bootcamps de 6h para quem deseja aprender a programar em Python ou R e sessões de mentoria no estilo “Traga seu problema”, onde os participantes vão poder tirar dúvidas de projetos em andamento ou já realizados.

Na última sessão do evento, os organizadores vão apresentar o primeiro prêmio de jornalismo de dados voltado ao público brasileiro, previsto para ser entregue em 2019.

O Coda.Br é realizado pela Escola de Dados, programa da Open Knowledge Brasil, em parceria com o Google News Initiative. A conferência conta com o apoio do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, da agência Volt Data, do Instituto Serrapilheira, da Python Foundation e do Nic.Br.

SERVIÇO

  • 3ª Coda.Br
  • Programação: http://codabr.sched.com/
  • Data: 10 e 11 de novembro
  • Valor: R$ 220 para estudantes e R$ 270*
  • Inscrições e mais informações: coda.escoladedados.org

Local: ESPM
*Até o dia 21 de outubro. Após essa data haverá um acréscimo de R$ 30 em cada uma das categorias.

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