Ana Luiza e Camila são sócias e fazem belas mandalas artesanais. Já Maísa e sua sócia Anna Clara montam deliciosas cestas de comida, buquês e serve cafés especiais de acordo com o gosto do cliente, enquanto Isabella e a irmã mantém um atelier de costura. Maria Olivia optou por trabalhar também como importadora e Ketlen oferece serviços de marketing e redes sociais. Além do gênero, todas essas micro e pequenas empresárias têm em comum outros dois fatores: são universitárias que criaram negócios para complementar a renda e alunas da Sempreende, primeira escola de empreendedorismo de Goiânia (GO).

A instituição de ensino criada por Luciana Padovez Cualheta e Altair Camargo, ex-professores da UFG (Universidade Federal de Goiás), oferece cursos de curta duração para universitários que acabam de entrar na faculdade e pretendem bancar os estudos com micro e pequenos negócios. Esse tipo de iniciativa para complementar a renda durante os estudos é muito comum entre jovens que iniciam o ensino superior.

Hoje, esse público tem duas oportunidades que podem ser feitas em paralelo: estudar a profissão na universidade e também tornar seus empreendimentos mais profissionais com aulas rápidas, práticas e didáticas oferecidas pela Sempreende.

Um dos cursos oferecidos pela equipe de Luciana e Altair é o “Pontapé”, no qual os universitários aprendem noções importantes de empreendedorismo: público-alvo, como evitar erros, começar negócios com os recursos que já disponível, identificar oportunidades que estejam alinhadas com o propósito de vida do empresário, entender o mercado e o cliente, fazer modelos de negócios utilizando o “Bussines Model Canvas”, além de abrirem suas cabeças para o mundo dos negócios.

A Sempreende entende que iniciar um negócio sem a preparação adequada é praticamente um suicídio. De acordo com dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), 61% dos empreendedores que encerraram as atividades no primeiro ano de existência da empresa não procuraram a ajuda de ninguém antes de abrir o próprio negócio.

As aulas da Sempreende mostram quais erros podem ser evitados para combater o desperdício de dinheiro e as decisões mais assertivas. Normalmente, os universitários que usam o empreendedorismo para complementar a renda não têm investidores e muito dinheiro próprio. Por isso, é importante estudar para tomar as melhores decisões e usar os recursos de forma racional e efetiva.

No programa “Pontapé”, esses estudantes pagam R$ 419 por oito horas de aulas. O valor ainda pode ser parcelado em até dez vezes no cartão de crédito. As vagas são limitadas porque a Sempreende preza atendimentos mais individualizados possíveis.

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