A venda direta, sistema de comercialização de produtos e serviços sem estabelecimento comercial fixo, pretende conquistar novos clientes e revendedores. Após queda no faturamento de 2016 e 2017, a Associação Brasileira de Vendas Direta (ABVED) relatou que o mercado aumentou cerca de 2% em 2018. No fim de ano não é diferente: a LUA, maior aplicativo da categoria, teve aumento de 134% em suas vendas.

Os produtos mais vendidos nessa época foram smartphones, com valores entre R$ 559,00 a R$ 1.299,00. O ticket médio de gasto teve aumento de 33%, fazendo com que o KPI somasse R$ 179,00.

Predominado por vendedoras mulheres (60%) e compradoras (72%), o aplicativo conta com produtos específicos para elas. “Este ano investimos mais na Lua com a intenção de chamar mais pessoas para participar da plataforma. Além disso, conseguimos colocar diferentes produtos, pensando também no público masculino e infantil”, comenta Brunno Feola, diretor de marketing da marca.

Atualmente a Lua conta com 100.000 membros, espalhados por todo Brasil. A startup reúne mais de 300 mil produtos para venda, para todos os públicos e necessidades. Entre elas, estão: Tramontina, Puma, Havaianas, Mormaii, VR e Vult.

A ABEVD acredita que o próximo ano será positivo, aumentando a confiança do consumido e a renda do revendedor. A Lua também aposta nesse cenário.

Sobre a LUA

A LUA é uma startup lançada em 2017 que se propõe a ser a principal empresa de venda direta multi produtos do País. Com mais de 200.00 mil produtos em seu catálogo, a plataforma conta com diversas marcas, propondo-se a ser a principal fonte de complemento de renda e um aumento no leque de produtos para quem trabalha com venda direta no Brasil.

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